como levar seu pet em uma viagem de avião.

Smiling woman seated beside a dog in a pet-in-cabin carrier on an airplane

Viajar de avião com pet exige planejamento, porque as regras variam por companhia aérea e por destino. O essencial:

1. Confirme as regras da companhia (antes de comprar a passagem)

  • Cada empresa define o número de pets por voo, peso máximo, tamanho da caixa e taxa. Muitas limitam a quantidade de animais na cabine, então avise e reserve cedo.
  • Em geral, cães e gatos pequenos (até uns 10 kg somando o animal e a caixa, mas varia) vão na cabine, embaixo do assento da frente. Os maiores vão no porão climatizado, em caixa de transporte rígida.
  • Raças braquicefálicas (focinho curto, como bulldog, pug e shih-tzu) costumam ter restrições, especialmente no porão, por risco respiratório. Algumas companhias não os aceitam em certas épocas do ano.

2. Documentos (viagem nacional)

  • Atestado de saúde emitido por veterinário, geralmente com validade de poucos dias antes do voo.
  • Carteira de vacinação em dia, principalmente antirrábica.
  • Confira com a companhia o prazo exato exigido.

3. Viagem internacional

  • Cada país tem exigências próprias: microchip, vacina antirrábica com prazo específico, exames, e o Certificado Veterinário Internacional (CVI), emitido pelo Ministério da Agricultura (MAPA).
  • Alguns destinos exigem quarentena. Comece a organizar com meses de antecedência, pois exames e prazos de vacina levam tempo.

4. Caixa de transporte

  • Deve ser aprovada para viagem aérea, bem ventilada, com piso antiderrapante e fechamento seguro.
  • O animal precisa conseguir ficar em pé, virar e deitar com conforto.
  • Identifique a caixa com seu nome, telefone e destino.
  • Acostume o pet com a caixa semanas antes, deixando-a aberta em casa com petiscos e um paninho.

5. No dia da viagem

  • Dê uma caminhada antes e ofereça água, mas evite refeição pesada logo antes do voo.
  • Leve um paninho com seu cheiro, tapete higiênico e um saquinho para eventuais necessidades.
  • Chegue com antecedência ao aeroporto, pois o check-in do animal é separado.
  • Sedativos: não dê sem orientação veterinária. Em geral não são recomendados, pois podem causar problemas respiratórios e cardíacos em altitude.

6. Cuidados extras

  • Converse com o veterinário antes: ele avalia se seu pet tem condições de voar, principalmente se for idoso, filhote muito novo ou tiver problemas de saúde.
  • Prefira voos diretos, em horários com temperatura amena, para evitar calor excessivo no solo.
  • Se possível, escolha o voo que minimize escalas e esperas.

Cão de assistência: pessoas com cão de assistência têm regras específicas e geralmente viajam sem custo na cabine, mediante documentação.

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